A Volkswagen decidiu enfrentar o avanço das montadoras chinesas sem entrar em uma guerra de preços. Juan Felipe Bedoya, diretor de Vendas, Pós-vendas e Marketing da marca na América Latina, afirma que a estratégia será baseada em tecnologia, novos produtos e maior velocidade no desenvolvimento de veículos.
Segundo o executivo, se fabricantes chineses conseguem desenvolver um carro em cerca de 24 meses, a Volkswagen também precisa reduzir seus ciclos. A ideia é aprender com a agilidade dos concorrentes e mudar processos internos para acompanhar a transformação da indústria.
Entre as principais apostas estão a nova Amarok e a Tukan, previstas para 2027. A Volkswagen também pretende acelerar a eletrificação e afirma que, a partir do próximo ano, todo novo modelo desenvolvido e produzido na América do Sul terá versões eletrificadas.
Com 21 lançamentos previstos até 2028, a montadora quer crescer na América Latina sem transformar preço em seu principal argumento. Para Bedoya, competir com os chineses exige mudar a velocidade da Volkswagen, não simplesmente baixar os preços.
Fonte: Motor1.com